A mulher que eu quero ser!

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Essa é uma pergunta que sempre devemos nos fazer: Que tipo de mulher queremos ser? O versículo 7, de II Timóteo, capítulo 1, nos dá uma boa dica”

“Pois o Espírito que Deus nos deu não é de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio”.

A mulher que eu quero ser é equilibrada. A definição de equilíbrio nos explica que essa palavra significa estado ou condição do que se mantém constante, inalterado. Outro sinônimo é estabilidade, distribuição, proporção harmoniosa, harmonia. E ainda existem algumas explicações que abrangem essa definição, como: moderação nas maneiras, gestos, palavras, sentimentos. Comedimento, prudência, autocontrole, autodomínio.

Não, não é nada fácil ser uma pessoa equilibrada quando entendemos o que isso quer dizer. Na realidade é um desafio diário. Alguns filósofos gregos diziam que o autocontrole, a temperança, era o meio dos dois extremos. E isso é ter equilíbrio: saber se posicionar, controlando as emoções, desenvolvendo a capacidade de administrar as situações.

Lidamos diariamente com sentimentos como a raiva, insegurança, pessimismo. Tudo isso tende a aflorar na alma feminina e vivemos grandes batalhas para substituir as inconstâncias pelo equilíbrio. Mas podemos aprender a controlar a nossa mente e as nossas emoções com base na Palavra de Deus. Mas como? Romanos 12.2 nos dá a dica:

“Não se amoldem ai padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes que experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

É a Palavra de Deus que promove essa mudança na nossa mente, reciclando o nosso passado, ordenando as emoções e nos ajustando para as novidades de Deus. Se aprendemos a controlar as nossas emoções com sabedoria, poderemos transmitir isso para os filhos e cônjuges. E assim, conseguiremos impactar as novas gerações. Ou então podemos concordar com o consenso de que as mulheres são dominadas pelos hormônios, pelas situações do dia a dia e pela agenda lotada de atividades.

Somente conseguiremos ser exemplo para os nossos filhos quando entendermos a importância de sermos equilibradas emocionalmente. Mães desequilibradas geram filhos desequilibrados e uma sociedade desordenada. Precisamos representar para as nossas famílias a constância que não é possível encontrar mundo a fora. Por isso temos que agir com prudência, buscando inspiração também em Provérbios 8.

Além de mães, somos esposas, filhas, profissionais e amigas. Temos a capacidade de ser multifuncionais, mas quando vivemos só para nós mesmas, estaremos sempre cansadas e longe da realização que todas buscamos.

A mulher que renova as forças na Palavra e compreende quem ela é em Deus, consegue desempenhar todas as suas funções com excelência e sem se deixar ser dominada pelas emoções, hormônios ou pressões. Porque ela entende que só é possível viver bem quando há equilíbrio. Ela entende que é possível ter uma vida sem se exceder, com harmonia em casa, tendo estabilidade emocional e autocontole. E é isso que devemos buscar todos os dias.

E você? Já sabe que tipo de mulher quer ser?

 

Por Eiricka Braga

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