E os meninos?

No último post falamos sobre a importância dos pais tratarem as filhas como princesas, para que elas saibam o que esperar de um homem no futuro. Existe inclusive um ministério, chamado Escola de Princesas, que promete ensinar as meninas a se portarem como tais, resgatando valores, reforçando hábitos saudáveis e criando referenciais.

Mas e os meninos? Onde eles ficam nessa história? Bem, eles também precisam de referências. Se queremos que as nossas filhas saibam o que esperar dos companheiros no futuro, devemos preparar os meninos para tratá-las de tal maneira. Por isso os pais devem se preocupar em formar nestes garotos, homens que sabem como respeitar uma mulher. Infelizmente poucos são os pais que se importam em passar tempo junto com os filhos homens, investindo no relacionamento individual e ensinando gestos de cavalheirismo, como: abrir a porta de um carro, puxar a cadeira, oferecer o braço, estender a mão, falar palavras boas.

Os meninos precisam conviver com os pais. Eles precisam aprender como ser um bom homem, como ser o chefe de uma família, como se relacionar. E nada melhor do que ter um bom exemplo em quem se espelhar. Por isso, encoraje seu marido a passar um tempo a sós com os seus filhos. Estabeleça um dia para que eles tenham um momento especial dos meninos. E que assim saiam para conversar, para se olhar nos olhos, para criar vínculos e um bom referencial.

Além disso, as crianças se espelham no relacionamento dos pais. Não há nada melhor para elas do que verem dentro de casa o pai e a mãe felizes, se amando, se respeitando, se tratando com honra. É no ambiente familiar que eles passam a ver que as mães também são esposas, e que os pais são maridos.

Se queremos influenciar as próximas gerações, está na hora de ensinar bons modos para as nossas crianças, meninos e meninas. E isso depende apenas de nós.

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Princesa do papai!

Toda menina cresce rodeada pelas histórias de princesas. Nos contos de fadas elas moram em castelos, usam roupas rodadas, e sempre encontram um príncipe encantado que as tratam com amor, dignidade e honra. E assim podem desfrutar de um final feliz!

O apresentador Marcos Mion, pai de 3 crianças, postou nas redes sociais que ele faz questão de que a filha de 7 anos saiba que é uma princesa de verdade! Como? Separando tempo só para ela. Veja o que ele escreveu!

http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2015/09/04/mion-mima-a-filha-para-ensina-la-que-toda-mulher-deve-ser-bem-tratada.htm

Muitas meninas crescem sem o mesmo privilégio da pequena Donatella. E assim correm o risco de não enxergarem o valor que têm, como garotas amadas, preciosas, dignas de serem bem tratadas. Muitos pais não têm tempo ou simplesmente não acham que seja importante investir individualmente em cada criança. Aí o tempo passa, as meninas crescem e esperam encontrar atos de afeto nos relacionamentos amorosos com os príncipes da vida real. Mas o mundo pode ser cruel, e nem sempre elas chegam a um final feliz.

Essa acaba sendo uma estratégia muito usada pelo inimigo para ferir, traumatizar e deixar marcas que afetarão os relacionamentos futuros, criando uma geração de mulheres sem identidade, sem referencial e frustradas. Mas tudo isso pode ser revertido com amor. O amor demonstrado em gestos pelo primeiro homem da vida delas: o pai.

Que essa atitude linda compartilhada pelo Marcos Mion possa influenciar outros pais a valorizar as filhas, a investir tempo, a mostrar como age um homem de verdade.

Palmas para esse papai!

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Famílias Diante do Trono!

No mês passado aconteceu em Belo Horizonte o Congresso de Homens e Mulheres Diante do Trono. O evento foi maravilhoso e reuniu muitas pessoas que estão empenhadas em crescer como família.

Esses dias reencontrei as minhas anotações sobre as palavras que foram compartilhadas e decidi dividir com vocês o que aprendi ouvindo as preletoras Ana Paula Valadão, Devi Titus, Helena Tannure e Dra. Ilma Cunha.

Como pais e mães nós formamos cidadãos. É dentro das nossas casas que a sociedade é formada, ou seja, as nossas famílias são a base do mundo em que vivemos. Sendo assim é dentro dos nossos lares que vamos resgatar os valores que estão perdidos e que vão impactar positivamente a sociedade.

“Os que de ti procederem, edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador da brecha, restaurador de veredas para que o país se torne habitável”. (Isaías 58.12)

Nós servimos a um Deus geracional. Ele se importa com tudo o que ocorre nas nossas vidas, nas nossas residências e na nossa descendência. Como o país pode se tornar habitável? Quando as antigas ruínas forem restauradas. Por isso é tão importante resgatar os valores que se foram. Hoje as pessoas falam muito mal do casamento. Nós, como mulheres de Deus, precisamos resgatar a alegria na relação entre marido e mulher, e assim teremos famílias que serão referências para todos. E ser referência é um ministério.

Dentro das nossas casas os nossos maridos são os sacerdotes e nós as sacerdotisas. Quando lemos na Bíblia as funções desses líderes, percebemos que eles tinham uma posição elevada e desempenhavam várias tarefas. Existiam também critérios para que as pessoas ocupassem essas posições. A santidade era o maior deles. Ser um sacerdote certamente era era um privilégio, mas que vinha acompanhado de muita responsabilidade. E muitas vezes não poder fazer o que outras pessoas fazem.

O sacerdote também é um intercessor e ele sabe disso. Como sacerdotisas dos nossos lares precisamos orar pelas nossas famílias, filhos e maridos. Também devemos orar pela nossa nação. Deus conta conosco para isso! E Ele tem promessas para nós e nossa descendência. Podemos ter problemas, desafios, mas não podemos nos conformar. Devemos reivindicar tudo aquilo que o Senhor nos prometeu na Bíblia. Por isso devemos orar a Palavra. Devemos abrir as Escrituras e ler em alta voz o que o nosso Pai já disse sobre nós. E nos momentos de crise? O que fazer? É na Palavra que está a nossa reposta:

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e curarei a sua terra”. (2 Crônicas 7.14)

Por qual nome a sua família tem chamado? Por qual nome ela é conhecida? Tudo o que fazemos, tudo o que vivemos, deve ser para a honra e glória do nome dEle. Jesus Cristo.

A família representa o Reino de Deus na terra. Ela é uma inspiração divina e acontece nos três tempos da vida: no passado – ao longo da estrada que já caminhamos; no futuro – na estrada que vamos caminhar; e no presente – na estrada pela qual caminhamos agora.

As nossas famílias são construídas de recortes das nossas histórias. Mas muitas pessoas tem sacrificado a própria família no altar do egoísmo. Muitas, marcadas por histórias de dor, se prendem ao passado. E a tristeza da alma acaba nos impedindo de ver a beleza da vida, nos levando sempre a olhar para trás. Ao invés de mirar o futuro, é como se estivesse agarrada ao passado. Mas um legado de dor não tem que definir um futuro de amargura.

O inimigo tem feito de tudo para atacar e destruir os lares. E assim vemos os valores distorcidos, as pessoas feridas e os relacionamentos acabados. Os fundamentos estão sendo abalados. Vemos muitas pessoas religiosas, que adoram falar o que fazem, mas que demonstram o contrário de suas palavras nas atitudes. Perder o propósito de Deus para a família significa morte para a próxima geração.

Pare por um instante e observe em que você tem gasto o seu tempo e dinheiro. O que tem sido prioridade na sua vida? Será que temos consciência do tamanho da nossa influência para a próxima geração? Será que estamos investindo de fato no nosso relacionamento com Deus?

Em Isaías 61, que foi o texto de referência do congresso, fala sobre restauração. No versículo 4 está escrito:

“Edificarão as antigas ruínas, levantarão as desolações de seus antepassados e repararão as cidades assoladas, as desolações de muitas gerações”.

Para edificar essas antigas ruínas precisamos encarar a nossa história. O corpo é o depositário das linguagens da alma. Não podemos ignorar o que vivemos, mas podemos olhar para o que se foi com os olhos de Jesus. Afinal Ele cura a nossa história. Se quisermos reconstruir os muros, há apenas uma solução: o encontro com Jesus. Porque Ele faz novas todas as coisas.

No congresso também foi falado que Satanás quer nos manter ocupadas para que não desrutemos da mesa que Ele tem preparado. Existem alguns espaços nas nossas vidas que tentam nos separar de tudo o que Deus tem para nós. Sabemos disso, mas nem sempre fazemos o que precisamos para romper.

Devemos orar por nossas necessidades diárias. Devemos abraçar as promessas que Ele tem. E a promessa é uma restauração. Quando confessamos a Jesus como Senhor e Salvador das nossas vidas nos apropriamos de todas as bênçãos que Ele tem para nós. Mas precisamos escolher. Em Deuteronômio 30 está escrito que precisamos escolher pela vida. E essa é uma decisão pessoal e diária.

Os filhos são a nossa herança, conforme está escrito no Salmo 127.3. Em Provérbios 17.6 está escrito que eles são as coroas dos pais. Eles não são distrações nem nada que venha nos penalizar. Eles são bênção! Mas eles também precisam fazer as escolhas deles. Assim como os maridos. Eu escolho a vida, eu escolho as bênçãos de Deus, e cada um precisa fazer sua escolha individual. Porém, a minha decisão afeta a vida deles também. Tenho que criar a expectativa que os meus filhos serão usados por Deus. E assim, que a próxima geração seja impactada pela presença de Deus.

Este é um resumo do que aprendi nos dias que pude participar. Essa mensagem foi muito impactante para mim e creio que também fará diferença na sua vida.

Que Deus te abençoe!

Eiricka Braga

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