Domingo: Dia da Família ir a Igreja!

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Lemos em Gênesis que no sétimo dia, após criar o mundo, Deus descansou. Ele já tinha feito todo o trabalho incrível de trazer à existência o que tinha planejado, e então parou. Há uma lição poderosa nessa atitude. Durante seis dias Ele desempenhou as tarefas de forma precisa, mas ao fim de todo o processo Ele se permitiu curtir a obra de Suas mãos.

Normalmente, de segunda a sexta, trabalhamos sem parar. Alguns pais ainda precisam cumprir atividades profissionais durante o fim de semana. Mas assim como Deus fez, nós precisamos imitá-lo: é preciso descansar. Precisamos parar, pelo menos por um dia, para contemplar a criação e também o trabalho das nossas mãos. O domingo é um belo dia para isso.

Nele podemos contemplar o que o Senhor fez. Podemos ir a igreja para agradecê-lo pelas bêncãos, pelas lutas, pelo ar que respiramos. Quando fazemos isso, em família, ensinamos os nossos filhos a importância de cultuar o Criador. De dedicar à Ele pelo menos um dia na semana. Criamos em nossos lares uma cultura que se perpetuará. Na igreja paramos para ouvir, enquanto no dia a dia estamos tão preocupados em falar. Na igreja louvamos, erguemos as mãos, exaltamos o nome do Senhor, ao lado daqueles que fazem parte do Corpo de Cristo. Passamos a ter uma compreensão maior do que é ter irmãos, pelo Sangue de Jesus. Saímos do nosso lugar de comodismo e compreendemos que vivemos em comunidade.

Aos domingos, quando vamos à igreja, aceitamos que somos ovelhas e que precisamos de um pastor. Ensinamos aos nossos filhos o conceito de liderança e repassamos a sensação de pertencimento. Escolhemos um lugar para integrar, para frequentar, para fazer parte. Nos comprometemos com um grupo de pessoas.

E quando o culto acaba? Ah, vem a confraternização. Hora de conversar com as pessoas, de almoçar junto. Vivemos momentos preciosos na igreja e em família quando decidimos abraçar essa cultura celestial. E quando chegamos em casa? Podemos então nos desligar das tarefas e nos concentrar no lazer. Ainda que ele seja conversar na cozinha sobre o dia a dia, brincar com um jogo de tabuleiro, jogar bola na rua, assistir a um filme que todos queiram, ou tirar um cochilo juntos.

Precisamos tirar o nosso foco apenas do trabalho, do ministério, da agenda cheia ou dos compromissos sociais. Devemos fazer como o nosso Criador: escolher parar, pelo menor por um dia, para simplesmente usufruir daquilo que lutamos tanto para conquistar.

Amanhã é domingo. E aí? O que você vai fazer?

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A importância do Jejum!

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Ontem contamos como foi a participação do pastor Jeremias Pereira, da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte na nossa reunião. E durante o bate papo várias mães puderam tirar algumas dúvidas. Uma que apareceu e decidimos compartilhar aqui é sobre o jejum. Muitas pessoas não tem o entendimento do que ele significa, por isso queremos dividir com vocês o que o pastor Jeremias falou.

O jejum não é para que a gente se sinta poderosos ou mais fortes. Ele serve para revelar a nossa dependência de Deus. Pode parecer confuso, mas não é.

Paulo diz em I Coríntios 9.27:

“Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado”.

Quando jejuamos é como se estivéssemos esmurrando a nossa carne. Quando abrimos mão de algo, em favor de alguma situação, dizemos para o Senhor, para o Inimigo e para nós mesmas que dependemos da intervenção de Deus. Sem ela não há nada que possamos fazer. Ele nos ajuda a entender que Ele é o Criador, e nós somos criaturas. Sim, a nossa dependência está nEle, que nos criou, que cuida de nós e se importa conosco.

Não jejuamos, abdicando de comer algo que gostamos, por exemplo, para mostrar para as outras pessoas que somos mais espirituais que elas, nem que somos superiores. Isso não tem nada a ver com jejum, nem com dependência de Deus. Isso é exibição. É claro que podemos falar que estamos jejuando por algum motivo, mas como testemunho e não para contar vantagem.

Ao mesmo tempo, não adianta deixarmos de fazer algo, por estarmos em jejum, e não aproveitarmos o tempo para a buscar a Deus, para ler a Palavra, para ouvir a voz do Senhor. Se jejuamos, é porque buscamos algum direcionamento, e se queremos uma resposta, precisamos estar com os ouvidos abertos. Isso sim é dependência.

O jejum é uma disciplina espiritual, e deve ser tratado com seriedade. Ele não muda o coração de Deus, mas muda o nosso, e nos aproxima do nosso Senhor.

Você tem alguma dúvida sobre algum espiritual? Mande para a gente! Vamos selecionar algumas para postar aqui.

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Use melhor suas palavras e viva em Paz!

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Na reunião de ontem tivemos a presença do pastor Jeremias Pereira, da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte. Ele é pai de três filhos casados e tem uma enteada. Ao lado da primeira esposa, e do pastor Marcelo Gualberto, o pastor Jeremias fundou em 1995 o movimento Desperta Débora. Esse trabalho é uma bênção e tem levado muitas mães de todo o mundo a intercederem pelos filhos. A Ana Maria morreu de câncer em 2000, ele se casou novamente e continua sendo um exemplo de pai que ora pelos filhos. Além disso ele é pastor da Poliana e por isso tivemos a alegria de convidá-lo e recebê-lo para compartilhar conosco a Palavra.

Bem, o pastor Jeremias começou dizendo que as famílias não vêm prontas, elas são construídas. E tudo isso é um processo. Ele nos levou a ler 1 Pedro 3.8-12, que diz:

“Quanto ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. Não retribuam mal com mal nem insulto com insulto; pelo contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança. Pois, ‘quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade. Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal’ “.

Devemos usar esse ensinamento bíblico não apenas na construção da nossa família, mas também com os outros grupos de pessoas com quem relacionamos. O pastor Jeremias então apontou quais são esses grupos: família, amigos (tanto as pessoas do nosso convívio profissional, como amigos pessoais), nós mesmas e Deus.

Mas como podemos aplicar essa passagem de 1 Pedro com cada grupo? Pode ser mais simples do que a gente pensa:

1- A família: Devemos reforçar o nosso relacionamento familiar por meio do diálogo. Precisamos conversar com cada um daqueles que moram conosco todos os dias, criando especialmente um vínculo com os filhos. Para isso temos que usar bem as palavras. Se você errou, reconheça, peça perdão e conserte! Se você tem um relacionamento distante com o seu marido, vá até ele e faça as pazes. Pacifique o seu coração, seja menos exigente. Ame a vida. Mas não deixe de confrontar quando for necessário. Crie relacionamentos bons também com as noras, com os genros, com os sogros e as sogras. Eles também são da família. Sempre tenha paz em todas as suas ações.

2- Os amigos (e aqui entram os colegas, chefes, vizinhos, amigos de infância, de trabalho, da igreja…): Precisamos conversar melhor com as pessoas. Inclusive evitar alguns comentários que não fazem bem. Quando perceber que erramos, temos que ser humildes. Devemos escolher as nossas palavras com sabedoria, porque elas podem ferir e destruir. Devemos parar de guerrear com as pessoas e viver em paz. A vida não é 8 ou 80. Ela pode ser leve.

3- Com a gente mesmo: Converse mais com você. Não se detone, nem se exija tanto. Reconheça seus defeitos e trabalhe para melhorá-los, mas também valorize as suas qualidades. Não guarde rancor no seu coração e pratique o bem. Abandone os hábitos ruins, que você sabe que são errados. E pare de brigar com você mesma.

4- Com Deus: Você precisa ter cuidado com o que fala com o Senhor. Aliás, antes de qualquer coisa você tem que ter esse momento especial para falar a sós com Ele. Ore com mais fervor e perseverança. E creia que Ele vai te recompensar por tudo o que você fizer de bom, como está escrito em Efésios 6.8:

“Porque vocês sabem que o Senhor recompensará a cada um pelo bem que praticar”.

Foi uma manhã preciosa, com ensinamentos tão simples, mas tão importantes. Esperamos que vocês também tenham sido abençoadas! Ah, ele também nos ensinou sobre a importância do jejum. Mas sobre isso, vamos falar amanhã.

Deus te abençoe e viva em paz!

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